O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu nesta quarta-feira (11) uma reclamação disciplinar para apurar a conduta do desembargador Georgenor de Sousa Franco Filho, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8), sediado em Belém.
De acordo com matérias jornalísticas, o magistrado teria dito que “gravidez não é doença” ao rejeitar pedido de uma advogada para adiar a análise de um processo em que atuava.
O CNJ vai apurar eventual descumprimento dos deveres da magistratura pelo desembargador. Pela legislação, um processo deve ser suspenso quando a advogada estiver em período de parto, quando for a única patrona da causa.
O episódio ocorreu na terça-feira (10) durante sessão da Quarta Turma do tribunal. No entendimento de Georgenor, o processo não poderia ser adiado porque a advogada não era parte na ação, mas apenas uma das profissionais que atuaram na causa, podendo ser substituída.
O caso chegou ao conselho a partir de uma representação protocolada por quatro conselheiros do órgão.
A Agência Brasil entrou em contato com o TRT e aguarda retorno.
Inflacao - imagem: Pinterest / Divulgação O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15…
O julgamento que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete investigados réus por…
Foto: Sérgio Lima/Poder 360 Mais da metade dos brasileiros considera a atuação do Supremo Tribunal…
27/03/2025 - 10:30 Vinicius Loures/Câmara dos Deputados Laura Carneiro recomendou a aprovação da proposta…
A Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) atende demandas de 16 bairros com coleta…
27/03/2025 - 10:06 Bruno Spada/Câmara dos Deputados Chris Tonietto: prematuridade exige políticas públicas específicas…