A defesa da democracia e pedidos de justiça ecoaram entre quem acompanhou o ato Democracia Inabalada, no salão negro do Congresso Nacional nesta segunda-feira (8).
Um ano após a tentativa de golpe de estado, com manifestantes depredando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, representantes da sociedade civil e da classe política mostraram força na defesa da democracia brasileira.
Manuella Mirella, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) disse que é preciso justiça para virar a página da história.
A deputada Célia Xakriabá lembrou de um relatório da ABIN que indica que os mesmos que financiaram o golpe, também financiaram invasões em terras indígenas.
Para o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, o evento foi histórico por unir os poderes da República.
O ainda ministro da justiça e futuro ministro do STF, Flávio Dino, resumiu em três palavras esse 8 de janeiro.
No começo do ato, de forma simbólica, foi reintegrado ao patrimônio público uma tapeçaria de Burle Marx, vandalizada pelos golpistas em 8 de janeiro, e de uma réplica da versão original Constituição Federal de 1988.
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