A coordenadora da Equipa de Análise Retrospetiva de Homicídio em Violência Doméstica defendeu, na segunda-feira, que a criança que viveu anos num contexto de violência que terminou com o pai a matar a mãe, em 2019, deveria ter sido ouvida.
Em causa está o último processo analisado por aquela equipa, em que ficava claro que apesar de terem existido várias sinalizações, a CPCJ teve uma intervenção escassa e muito limitada no caso.
“A escola também devia ter sinalizado a situação. Porque, neste caso concreto, a PSP fez três sinalizações: sinalizou a CPCJ, a escola e as autoridades de saúde”, disse Raquel Desterro, durante uma conferência no Porto.
“Infelizmente, devo dizê-lo, as autoridades dos vários quadrantes não tomaram em devida conta os sinais que essa família dava”, acrescentou.
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