Em comunicado, o ministério liderado por Nuno Melo referiu que oito dos arguidos da operação designada “Tempestade Perfeita” eram funcionários do Ministério da Defesa, o que “justificou a instauração dos respetivos processos disciplinares, que correram em paralelo”.
Além de dois despedimentos disciplinares, o Ministério da Defesa aplicou a suspensão em dois processos, com “fundamento na aposentação dos respetivos arguidos”, e arquivou dois processos.
Outros dois processos “correm ainda os seus termos”, acrescentou.
As sanções foram aplicadas “cumpridos todos os procedimentos e diligências probatórias com respeito pelos trâmites legais”, frisou o Ministério da Defesa.
A operação “Tempestade Perfeita” envolveu no plano judicial 73 acusados por indícios da prática de crimes de corrupção ativa e passiva, peculato e branqueamento de capitais, recordou este ministério na nota de imprensa.
“A garantia de transparência e o cumprimento da Lei no Ministério da Defesa Nacional são uma obrigação e uma prioridade para o Ministro da Defesa Nacional”, frisou ainda.
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