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Grupo de Dança Cavalo Marinho Infanto-Juvenil abrilhanta Salão de Artesanato Paraibano

Grupo de Dança Cavalo Marinho Infanto-Juvenil abrilhanta Salão de Artesanato Paraibano


 

A 38ª edição do evento promovido pelo governo do estado, que gerou um volume de negócios gerados entre vendas e encomendas superior a R$ 2,6 milhões, este ano foi abrilhantado pelo Grupo de Dança Cavalo Marinho Infanto-Juvenil da Aliança Bayeux Franco Brasileira (ABFB).

O evento em Campina Grande (PB), inserido no calendário das principais festas populares pela Embratur e do Ministério do Turismo, que homenageou os artesãos santeiros, com o tema “A Arte de Quem Vive da Fé”, e contou com a participação de mais de 500 expositores, encerrou domingo e ocorreu durante o São João conhecido como o maior do mundo, pelo tempo de duração (30 dias) e sempre com público estimado de 2 milhões de turistas

A apresentação, conduzida pelo Mestre Yvan Rodrigues, contou com a participação de Jean Pierre, Wesley Falcão, Wilson Santos e o Trio “Arreio de Couro”.  A diretora da ONG, Célia Domiciano, agradeceu e destacou o apoio voluntário de todos, inclusive dos pais e/ou responsáveis, à equipe de profissionais, ao artista da terra Jonas Nogueira e ao coordenador de cultura Antônio Tourinho, bem como ao governo do estado e aos que se dedicaram à realização do evento tão importante para a valorização de nossa arte e de nossa cultura, enriquecida pelas nossas crianças e adolescentes, socialmente vulneráveis, alunas da ABFB.

Colaboração, respeito e união

“Elas não só exibiram suas capacidades artísticas, mas também demonstraram a importância da colaboração, do respeito e da união. O evento foi um exemplo claro de como a arte e a cultura podem unir pessoas e criar laços fortes dentro da comunidade, mantendo assim a herança deixada pelo nosso mestre Gasosa”, declarou.

O Grupo, que preserva e difunde a genuína cultura popular foi criado na década de 1970 por José Raimundo da Silva, imortalizado como Mestre Gasosa no Engenho Novo, na cidade de Itabaiana (região do semiárido do estado) que posteriormente se instalou na cidade de Bayeux (região metropolitana da Grande João Pessoa), homônima da França, que se tornou historicamente conhecida pelo “Dia D”, durante a II Guerra Mundial, por tê-la naquele estado do jugo nazista e mantido a liberdade na Europa.

Folclore e sonoridade

O Cavalo Marinho de Bayeux continua fazendo suas apresentações, numa variante da brincadeira do boi, com apresentação de personagens humanos (Mateus, Birico, Contramestre e Galantes) animais (boi, burra, bode e cavalo marinho) e mitológicos (como o Jaraguá, o Arlequim e o Gigante). Os sons dos instrumentos musicais rabeca, pandeiro e triângulo fazem pessoas dançarem e brincarem ao som de toadas, aboios, baianos e louvações a noite inteira.



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