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Novo medicamento para tratar a doença de Alzheimer retarda declínio cognitivo mas traz riscos – Mundo

Novo medicamento para tratar a doença de Alzheimer retarda declínio cognitivo mas traz riscos – Mundo



A Food and Drug Administration aprovou esta terça-feira um novo medicamento para tratamento da doença de Alzheimer que é capaz de retardar o declínio cognitivo nas fases iniciais, informa o jornal The New York Times

De acordo com a empresa Eli Lilly, que fabrica o medicamento, o donanemab (fármaco que será vendido sob a marca Kisunla) ajuda a eliminar a proteína amiloide, que se aglomera em placas no cérebro das pessoas com doença de Alzheimer. Depois da proteína ser eliminada, os doentes podem parar de tomar o medicamento. 

Anne White, vice-presidente executiva da Eli Lilly, afirmou que esta medida poderia reduzir o custo global e o incómodo do tratamento, bem como o risco de efeitos secundários.

A empresa afirmou que 17% dos doentes que receberam donanemab no ensaio clínico de 18 meses conseguiram descontinuar o medicamento aos seis meses, 47% pararam no prazo de um ano e 69% pararam no prazo de 18 meses. 

Um ciclo de terapia com duração de um ano terá o custo de 32 mil dólares (o que equivalente a cerca de 30 mil euros).

O preço de tabela do Kisunla será de 32 000 dólares para um ciclo de terapia com a duração de um ano.

Este medicamento pertence a uma nova classe de fármacos que aborda a biologia subjacente à doença de Alzheimer, atacando a amiloide, que começa a acumular-se no cérebro anos antes do aparecimento dos sintomas.

O primeiro medicamento do género a ser aprovado foi o Aduhelm em 2021, mas o seu fabricante, a Biogen, descontinuou-o no ano passado por não haver provas suficientes de que pudesse beneficiar os doentes.

Até à data, não existem tratamentos que impeçam ou revertam a perda de memória ou outros problemas cognitivos.

Alguns especialistas consideram que este tipo de medicamentos traz riscos preocupantes, como o de inchaço e de hemorragia cerebral.








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