A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) concluiu que, no caso da morte de duas gémeas às 27 semanas de gestação no Hospital Amadora-Sintra, no dia de Natal de 2023, “não é possível afirmar que outras condutas, que não as adotadas, poderiam ditar um desfecho diferente”, uma vez que devido à “recusa de autópsia” desconhece-se “a causa de morte dos fetos”. E refere que “face às circunstâncias – causas maternas e causas fetais – foram adotados todos os procedimentos corretos e adequados”. A mãe, Cassilda, de 32 anos, acusou o hospital de “negligência”, mas dispensou as autópsias pela demora e sofrimento associados.
A IGAS admite, no entanto, “falhas” na “referenciação para Consulta de Alto Risco”, e na “falta de comunicação atempada do cancelamento de meios de diagnóstico”, já que só após as mortes a mãe recebeu convocatória do Hospital de Santa Cruz para ecocardiografia fetal.
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