Às vésperas da análise de projetos cruciais para o pacote de cortes de gastos do governo federal, o Palácio do Planalto solicitou ao Ministério da Fazenda a liberação de R$ 7,8 bilhões em emendas parlamentares. A medida foi oficializada pela Secretaria de Relações Institucionais e destina-se a atender emendas individuais e de bancadas estaduais.
A solicitação ocorre após o desbloqueio dos recursos, determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, na última segunda-feira (2). Os valores estavam congelados há mais de três meses devido a questionamentos sobre transparência e rastreabilidade. Agora, a análise cabe ao secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron.
De acordo com o documento enviado ao Tesouro, os recursos serão direcionados a ações em oito ministérios, com maior concentração nas pastas de Saúde e Fazenda:
O governo busca aprovar ainda neste ano um conjunto de propostas prioritárias, entre elas uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e dois projetos de lei voltados à contenção de gastos e revisão de benefícios sociais.
A PEC inclui medidas como:
Já os projetos de lei contemplam mudanças no arcabouço fiscal e revisões em benefícios sociais, visando à estabilidade macroeconômica e ao crescimento sustentável.
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), pautou a votação das propostas com urgência. A análise do mérito deve ocorrer até o final da semana, o que permitirá ao governo sancionar as medidas antes do recesso parlamentar.
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