A perda de uma língua indígena pode significar também a perda do conhecimento ecológico e medicinal nela contido. Essa relação é destacada por um estudo publicado na revista Nature (R. Cámara-Leret et al. Nature 655, 1212–1216; 2026).
Apesar de ser possível reverter o declínio no uso de idiomas, as iniciativas para tal ainda são ignoradas nas legislações e políticas públicas nacionais. É fundamental que os governos ofereçam apoio contínuo a ações como a imersão linguística liderada por comunidades, o aprendizado baseado na família e na conexão com a terra, além de ferramentas digitais que capacitem os falantes a ensinar e transmitir suas línguas para as futuras gerações.
Fonte: nature.com