Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Detalhes da denúncia contra óculos Ray‑Ban Meta incluem preço, casos de abuso e ação nos EUA

Detalhes da denúncia contra óculos Ray‑Ban Meta incluem preço, casos de abuso e ação nos EUA

O Idec e a Coding Rights enviaram à ANPD, à Senacon e ao MPF documentos que pedem investigação dos óculos Ray‑Ban Meta por possíveis violações de privacidade. As duas entidades detalham que o equipamento, lançado no Brasil em setembro de 2025, está anunciado por R$ 3.990 no site oficial da Ray‑Ban. Elas argumentam que a combinação de captura de imagens e sons pode gerar riscos específicos para grupos vulneráveis.

Os óculos contam com câmeras, microfones e algoritmos de inteligência artificial que permitem registrar o ambiente ao redor do usuário. O acionamento das câmeras pode ser feito de forma discreta, dificultando a percepção de que a gravação está ocorrendo. Esse aspecto, segundo as organizações, representa risco especial para mulheres, meninas, crianças e adolescentes.

Detalhes da denúncia

A integração com Instagram e Facebook permite que o conteúdo seja compartilhado instantaneamente, ampliando a exposição das pessoas filmadas. As entidades afirmam que a falta de um aviso claro pode transformar gravações não autorizadas em prática rotineira. Elas ressaltam que a vigilância velada pode violar princípios de consentimento previstos na legislação.

um cenário de vigilância constante e velada que já resultou em denúncias de violação de privacidade e de proteção de dados, e atinge particularmente mulheres, meninas, crianças e adolescentes

Incidentes relatados

Entre os relatos apresentados, consta o caso de um ginecologista que teria usado os óculos durante consulta a uma paciente em Salvador (BA). Também foram citados relatos de mulheres que afirmam ter sido filmadas sem autorização em espaços públicos. As denúncias apontam que a gravação pode ocorrer sem que a pessoa percebida saiba que está sendo capturada.

Posição da Meta

A ação coletiva iniciada em março de 2026 na Justiça Federal da Califórnia contra a Meta e a EssilorLuxottica busca indenização, mudanças nas práticas comerciais e uma campanha de esclarecimento sobre o envio de vídeos sensíveis aos servidores da empresa, conforme divulgado pela Bloomberg. A Meta, por sua vez, afirma que todos os pares têm um LED de captura que pisca quando a câmera está em uso e que o recurso não pode ser desligado. A empresa também nega a existência de funcionalidade de reconhecimento facial nos óculos.

Todos os pares têm um LED de captura que pisca quando você tira uma foto ou grava um vídeo que você pode salvar ou compartilhar – ele não pode ser desligado, e se alguém cobrir ou danificar o LED, a câmera é desativada

O reconhecimento facial não é uma funcionalidade disponível em nossos óculos

Relacionados

DNotícias
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.