O CEO e fundador da Smart Fit, Edgard Corona, destinou R$ 100 mil à campanha de reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), contribuindo para que o total arrecadado pela campanha chegue a R$ 1,385 milhão.
Valores e demais contribuintes
A maior parcela dos recursos, R$ 1 milhão, foi repassada pelo diretório estadual do Republicanos. Entre os demais apoiadores estão Guilherme Mognon Scheffer, com R$ 200 mil; Adelson de Souza, fundador e presidente do Grupo Itaqui, com R$ 50 mil; e o CEO da Hidrovias do Brasil, que aportou R$ 35 mil.
O mercado norte-americano já contava com academias com mensalidades na faixa dos US$ 20, enquanto no Brasil só existiam duas opções: as mais caras ou as mais baratas, mas que tinham estrutura deficiente
Corona atribui parte de sua estratégia empresarial à experiência vivida em 2008, durante um encontro de empresários do setor fitness nos Estados Unidos, quando observou o modelo de academias norte‑americanas de mensalidades baixas.
Origem da Smart Fit e visão de Corona
A marca Smart Fit surgiu em 2009, embora a empresa tenha suas raízes em 1996, sob o nome BioRitmo, também em São Paulo. A partir da percepção de Corona, o grupo investiu em um modelo de academias com mensalidades reduzidas e estrutura padronizada, estratégia que impulsionou a rápida expansão nacional.
Além da própria rede, o conglomerado controlado por Corona inclui a Bio Ritmo, Nation‑CT, estúdios de corrida, ioga, boxe, musculação, pilates, spinning e treinamento funcional, bem como a plataforma de benefícios corporativos TotalPass e a iniciativa de aulas online Queima Diária.
Essas iniciativas reforçam a presença da Smart Fit nos principais mercados da América Latina – Brasil, México, Colômbia, Chile e Peru – e explicam o protagonismo do empresário no cenário empresarial paulista.
