Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Flávio Bolsonaro detalha plano fiscal e solicita apoio de eleitores de Caiado, Zema e Renan

Flávio Bolsonaro detalha plano fiscal e solicita apoio de eleitores de Caiado, Zema e Renan

Na manhã de terça‑feira (25), o senador Flávio Bolsonaro (PL) participou de um encontro na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e aproveitou o momento para fazer um apelo aos eleitores de Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos. O objetivo foi incentivar o voto útil já no primeiro turno, buscando impedir a continuidade do PT no poder. Ele destacou que a estratégia pode mudar o cenário eleitoral.

Reunião com a FIESP

O evento durou aproximadamente 30 minutos e contou com a presença de cerca de cem empresários, que ouviram as propostas do candidato. O local foi a sede da FIESP, na Avenida Paulista, e o ambiente foi descrito como propício para a troca de ideias sobre política econômica. Flávio Bolsonaro utilizou o espaço para apresentar seu plano de governo.

Tenho certeza de que todo mundo que está escolhendo esses candidatos, Zema, Caiado, Renan, não aguenta mais o PT. O Brasil não suporta mais quatro anos do PT. Então, peço a todos que considerem, já no primeiro turno, votar na mudança de verdade

Durante a apresentação, o senador detalhou uma série de medidas voltadas à reorganização das finanças públicas. Ele prometeu reorganizar as contas do governo, cortar despesas e, no futuro, reduzir a carga tributária sobre a população. A proposta inclui ainda a busca por novas fontes de receita que permitam equilibrar o orçamento.

Tem mais gente endividada e enfrentando dificuldades hoje do que durante a pandemia. É um governo gastador

Flávio Bolsonaro criticou a política econômica do atual governo, afirmando que a situação de endividamento está mais grave que durante a pandemia de Covid‑19. A declaração provocou aplausos entre os empresários presentes, que demonstraram concordância com a avaliação do senador. Ele ressaltou que o aumento de gastos não pode ser sustentado.

E, para gastar mais, aumenta a arrecadação e aumenta a carga tributária. Ninguém aguenta mais pagar imposto

O candidato apontou que o crescimento das despesas públicas tem sido acompanhado por elevação da arrecadação e dos impostos, gerando insatisfação entre os contribuintes. Segundo ele, a solução passa por cortar gastos e melhorar a eficiência da máquina pública. Essa linha de pensamento foi reforçada ao longo da fala.

Detalhes do plano fiscal

Primeiro, vou arrumar as contas do governo. Há muitos lugares em que podemos cortar despesas. Também existem novas fontes de receita capazes de permitir que as despesas voltem a caber dentro das receitas

Ele explicou que a revisão dos gastos federais tem como meta recuperar o equilíbrio fiscal e, posteriormente, abrir espaço para a redução dos impostos. A proposta inclui a identificação de áreas onde os recursos podem ser economizados e a criação de mecanismos de arrecadação mais eficientes. O objetivo final é garantir sustentabilidade fiscal.

Vamos fazer um governo com responsabilidade fiscal. Com isso, a taxa de juros começará a cair no longo prazo. Vou devolver credibilidade ao país e previsibilidade para quem quer investir. As famílias começarão a ter condições de pagar suas dívidas, porque o custo dessas dívidas também começará a cair

Flávio também relacionou a responsabilidade fiscal à queda da taxa de juros, ao retorno da confiança dos investidores e à melhora da capacidade das famílias de honrar suas dívidas. Ele afirmou que, ao equilibrar as contas, o país poderá oferecer um ambiente mais estável para negócios. Essa perspectiva foi bem recebida pelos presentes.

Reação da entidade

A Fiesp tem uma visão de mercado liberal, de economia liberal. Nós defendemos menor Estado, defendemos mais agilidade, mais competitividade, juros menores, responsabilidade fiscal

O presidente da FIESP, Paulo Skaf, declarou que as propostas de Flávio Bolsonaro estão alinhadas aos princípios da entidade, como a redução do tamanho do Estado e a busca por maior competitividade. Apesar da avaliação positiva, Skaf não chegou a declarar apoio eleitoral, enfatizando a posição apartidária da FIESP. Ele ressaltou que a entidade mantém sua neutralidade institucional.

Mesmo sem um endosso formal, Skaf reconheceu que o senador tem “nossa simpatia”, indicando uma afinidade de ideias. O presidente destacou que a simpatia não se traduz em apoio direto nas urnas. O encontro, portanto, serviu para apresentar propostas e reforçar laços ideológicos sem comprometer a imparcialidade da FIESP.

Relacionados

DNotícias
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.