O advogado Michael Cunha relatou à imprensa que a equipe policial esteve “visivelmente focada na busca de imóveis e de comprovantes de pagamento a pessoas aleatórias”, mencionando o nome Flávio diversas vezes durante a operação no escritório de Willer Tomaz.
a autoridade policial estava visivelmente focada na busca de imóveis e de comprovantes de pagamento a pessoas aleatórias, tendo por diversas vezes, sido pronunciado entre os integrantes da equipe o nome de ‘Flávio’, assim como a denominação ’01′
Segundo o relato, o nome de uma ilha em Angra dos Reis foi citado repetidamente. O imóvel da ilha é alvo de disputa judicial entre Tomaz e o jogador Richarlison, processo no qual Flávio Bolsonaro figura como testemunha.
Durante a busca, foram recolhidas pastas com escrituras, notas fiscais e transferências via Pix, parte das quais não teriam relação com a investigação de Weverton Rocha.
Em torno das 8h, o site Metrópoles publicou fotografias do interior do escritório enquanto a operação ainda ocorria. O advogado questionou o delegado Gherardi sobre a origem das imagens.
tal fato não decorreu de sua conduta pessoal
Gherardi admitiu ter compartilhado as fotos com a coordenação da operação, mas não identificou quem coordenava. A decisão de André Mendonça proibia a captura de imagens internas, limitando a apreensão a documentos não protegidos por sigilo.
Apesar da proibição, o delegado insistiu na coleta de documentos avaliados como sem relação ao caso. O advogado exigiu que os itens fossem registrados no auto de apreensão, o que levou Gherardi a desistir de levar algumas pastas.
